27 fevereiro 2007

weavernest at junglephotos


aproximam-se as aves de outras aves

para quem não voa cresce a solidão

não há primavera para um olhar no chão.

7 Comentários:

Blogger Conceição Bernardino disse...

Olá,
Espero que me desculpe forma como faço os meus comentários, mas é pura e verdadeira...
Para mim não chega, dizer está bonito ou lindo – por isso gosto de deixar pensamentos frases de outros autores como presente da minha gratidão e do meu encanto do que leio, do que observo nas imagens e na escrita.
É a minha maneira de ser esta...
A critica faço-as, da forma como somos tratados pelo Estado que ignora os problemas da nossa sociedade e como pouco ligam aos grandes talentos que encontro nos blogs.
Peço desculpa e se alguém não gostar da forma como faço os meus comentários agradecia que me dissessem pois tentarei melhorar.
Sou apenas uma amadora de escrita que escreve pela beleza de sentir na escrita as palavras que me vão na alma e penso que é essa a beleza que encontro naquilo que leio cada um escreve com a sua beleza.
Não quero com isto desrespeitar ninguém até porque as palavras lindas, bonito têm um grande significado no meu vocabulário.
Boa semana
Beijinhos
Conceição Bernardino
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com

2:23 da tarde  
Blogger gabriela r martins disse...

não é o teu caso ,princesa!
( não ligues ,hoje deu.me para aqui )
mas não te dê a "solitude" a ti também ... é que a Dellita ,na ressaca do carnaval ,embezerrou ... o Raposão ,a construir a casota para a cadela ,esqueceu.se que sabia escrever .a Caturrinha ,de tanto procurar os seus três meninos ,não atina .a Miladi ,essa corre todos os canis e a Meia Leca afocinhou na bonecagem ... pela tua santa vidinha ,aguenta.te .sempre somos duas a segurar a corda ... bamba!

uma molhada de bêjes!

11:59 da tarde  
Blogger Teresa Durães disse...

eu vim do vida&morte. adorei o poema. estou com uma tristeza enorme, é verdade, porque adoro os meus cães. não troco as vivências (amar, sentir) por um olhar para o chão. mesmo sofrendo. sofro, passa, a vida continua. pesa a solidão. no dia em que quiser desistir não serei um corpo morto com pernas. ou vivo ou morro. nunca um meio termo. nunca!

voo e caio. e levanto. até mais não conseguir.

um corpo mirrado sem sombra não

beijos mulher mana. não desistas da vida vivendo.

12:27 da manhã  
Blogger gabriela r martins disse...

vinha à procura de companhia ,mas encontrei o ninho vazio ... também levantaste voo? para onde ,desta vez?

bêjes Quemadrinha!

8:39 da tarde  
Blogger Teresa Durães disse...

ó madalena, abre os comentários no outro!

uma vez disseste-me que perdias a paciência com comentários fechados, agora é a minha vez

se não furo-te o blog com o bico de caturra

11:23 da tarde  
Blogger Conceição Bernardino disse...

Olá,

Povo

Ò povo que trais sem saber
O corpo que cansada da luta não
Pode ver

Ò néscio que não tiveste
Quem a ti te ensinasse
A andar.

Ò triste que caminhas com os
Pés dos outros,
Sem saber no que estás a pisar!

Poema da autoria de LILIANA BARRETO do LIVRO POISEIS II

Desejo-te uma bela semana, na companhia deste belo poema que encantou os sentidos.

Beijinhos ConceiçãoB
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com

9:27 da tarde  
Blogger aida monteiro disse...

inventemos umas asas, amiga...

abraçinho.

12:27 da manhã  

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